19/06/2022

That old convenience store, those tired faces and those haunted eyes

Durante a ronda por dramas coreanos à qual me dediquei ano passado, diversas foram as obras malogradas, dentre as quais consta Loucos um pelo Outro. Embora eu não tenha sido capaz de sequer finalizar o primeiro episódio, houve uma passagem específica da série que me tocou bastante. Falo da sequência em que o protagonista, um policial afastado do trabalho em decorrência de transtorno explosivo intermitente, janta lámen industrializado (tipo cup noodles®) harmonizado com uma garrafa de coca-cola, numa loja de conveniência. Ah, e sozinho. Bicho, conjecturei que aquela possivelmente seria uma das cenas mais deprimentes já concebidas pela dramaturgia coreana. Enquanto tentava entender a razão de meu desassossego diante daquilo, imagino ter sido abençoada por uma feliz epifania: mas, ora, se não é praticamente uma versão do quadro Automat, de Edward Hopper?! Entretanto elementos mal explicados persistiam, sobretudo porque — conforme Alain de Botton também reconhece num artigo para o site do Tate Museum—, os quadros de Hopper não me despertam tristeza/melancolia, ao passo que a imagem coreana me pôs num estado de franco desamparo. Naquele mesmo texto, Botton assinala pontos a respeito de Automat que me auxiliarão a delimitar divergências entre o quadro de Hopper e o de Loucos um pelo outro (*tradução livre por minha conta):

(1) Botton: "A mulher aparenta estar autoconsciente e ligeiramente amedrontada, mal acostumada em estar sozinha num espaço público. Algo parece ter dado errado."
Exato! O quadro coreano, em contrapartida, é tomado por uma normalidade acachapante. Aquele homem aparenta estar super bem acostumado à solidão, e aquela parece ser apenas mais uma das várias noites monótonas de sua vida banal.

(2) Botton: "Ela involuntariamente convida o observador a imaginar histórias para ela, histórias de traição ou perda."
E o policial coreano? Para que perder tempo imaginando alguma história para aquele homem, quando a situação sugere ser a mesma velha história mundana de tantos? (Vixe, acho que estou pegando pesado com o cara.)

(3) Botton: "A despeito da austeridade dos móveis, o espaço em si não aparenta desolação".
Poxa, essa é a descrição oposta de uma loja de conveniência! — na minha opinião, veja bem. Móveis sem personalidade, mesas rodeadas por prateleiras entupidas de quinquilharias, e o horror supremo: a nauseabunda luz branca fluorescente. Botton também ressalta o espaço bastante iluminado de Automat, mas defendo que estamos lidando com luzes distintas. Sinto que a luz noturna de Hopper preserva o calor da marcante luz solar presente em suas imagens diurnas, estando assim muito distante da frieza com que a luz branca afoga aquele que faz uma refeição numa loja de conveniência. [A propósito, que conceito, comer dentro de um quadrangular aquário branco.]

(4) Botton: "Outros podem estar sozinhos naquele espaço, homens e mulheres bebendo café sozinhos, igualmente perdidos em pensamentos, igualmente distanciados da sociedade."
Aí que está: o telespectador sabe que o policial é a única pessoa (excluindo-se a funcionária) a habitar aquele recinto. E ele não está bebendo um café fresco preparado com grãos de qualidade. Ele é um adulto se entupindo de miojo e refrigerante. "Distanciado da sociedade", ele com certeza está; neste ponto temos realmente um encontro entre as imagens de Hopper e a do drama coreano. 

(5) Botton: "Hopper nos convida a sentir empatia pela mulher em seu isolamento".
Embora eu não possa falar por todos os telespectadores, afirmo que aquela foi a cena que me afugentou em definitivo da série, a gota d'água. E, dado que me esforço em praticar a máxima honestidade (razoável) neste blog, nem esconderei que pode ter ocorrido comigo o mesmo que a Freud e seu reflexo no vidro do trem — o tal sobressalto provocado pelo estranho familiar. 

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Quando já tinha me esquecido desses pensamentos, eis que um livro coreano me empurrou novamente para dentro de uma loja de conveniência. E o desconcerto, meus amigos, nem conto. Ou melhor, conto sim (na tentativa de entender).

No adorável** No One Writes Back [(~Ninguém escreve de volta), tradução coreano → inglês: Jung Yewon], a autora Jang Eun-jin me apresentou a Jihun, um rapaz que abandonou tudo para viajar pelo país apenas com uma mochila nas costas, um livro, um tocador de mp3 (a obra é de 2013) e um cachorro cego. Em suas andanças pela Coreia, Jihun mostra-se aberto a conhecer pessoas e, quando retornava aos diferentes motéis onde passava as noites, sentia prazer em escrever cartas para alguma delas. Pois imaginem meu susto quando o viajante me contou a história do Número 56 (Jihun preferia números a nomes), o homem em situação de rua que, numa loja de conveniência, disparou-lhe a pergunta: "Quando uma loja de conveniência mais se parece com uma loja conveniente?" Jihun, um tanto surpreso pela inesperada pergunta, responde que é quando ela convenientemente atende às suas necessidades prementes (imaginação passou longe, tadinho). Após recuperar-se do espanto de ter sua pergunta respondida pela primeira vez, Número 56 diz que Jihun está errado, pois uma loja de conveniência mais se parece com uma loja conveniente quando comemos cup noodles. Nem preciso dizer o quão abismada fiquei, preciso? Enfim, Número 56 seguiu explicando suas ideias a Jihun (e pra mim):
"Sem cup noodles, uma loja de conveniência nada mais é do que um cadáver. Não é fantástico? Você paga pelo cup noodles, eles nos dão água quente e uma cadeira de graça; e ainda nos permitem jogar fora o lixo depois que terminamos de comer. Não entendo as pessoas que comem cup noodles em casa. Isso vai contra o motivo do cup noodles existir. Às vezes desejo que as lojas de conveniência vendessem apenas cup noodles. Eu como cup noodles quase todo dia. Eles são baratos, fáceis de preparar e gostosos."

                                                                 —  Jang Eun-jin, No one writes back (아무도 편지하지 않다)

Ainda mais surpreendente é a complementação de 56, segundo a qual a grande variedade de sabores de miojo é outra grande vantagem, pois quando opções lhe são oferecidas, ele não se sente humilhado. Olha, quando li essa passagem, o piso sob meus pés desapareceu e eu retornei flutuando àquelas reflexões propiciadas pela cena de Loucos um pelo Outro, atordoada e sem mais saber o que pensar. O Jihun, por sua vez, me contou que, depois do encontro com o Número 56, nunca mais comeu cup noodles nos motéis, me garantindo que miojo é muito mais saboroso quando degustado numa loja de conveniência, aquecendo-nos por dentro. Talvez Jihun esteja certo, digo, é provável que minha forte reação negativa à cena do k-drama resulte do simples fato de eu nunca ter comido cup noodles numa loja de conveniência. 

Como se isso tudo não bastasse, a narrativa de Eun-jin ainda tem a manha de incluir Edward Hopper na conversa. Um dos motéis pelos quais Jihun passa tem quartos temáticos de pintores, sendo-lhe reservado o quarto de Hopper, porque teria sido o artista que entende como viajantes se sentem. Enquanto observa as pinturas de Hopper nas paredes do quarto do motel, Jihun se dá conta de que Hopper pintou cidades reais. Não importava quantas pessoas cruzassem o caminho de Jihun na viagem; ele sempre enxergava uma mesma pessoa, aquele indivíduo com a mesma postura e expressão de rosto, que sempre olha em direção oposta: através da janela, para um livro, para uma xícara de café ou a si mesmo. Naquela viagem, Jihun se deu conta de que a verdadeira solidão ocorre quando estamos acompanhados. 

** = então agora sou a leitora que diz que um livro é adorável... Meu deus, a idade está me transformando num monstro. 
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Após toda esta minha conversa fiada, talvez fique difícil acreditar que decidi ler o livro de Sayaka Murata com a inocência de que ele não me faria regressar às benditas lojas de conveniência, mas asseguro que assim foi. Os comentários de leitores com os quais eu havia esbarrado a respeito de Convenience Store Woman / Querida Konbini  [コンビニ人間 (Konbini ningen)]  me induziram a antecipar uma narrativa que meramente abordaria o direito, digamos, de uma mulher resolve viver toda uma vida como funcionária de loja de conveniência e, puxa vida, ser plenamente feliz. Lida a obra, desabafo: que baita brisa errada. Na verdade, Sayaka Murata desenvolve uma narrativa bem mais complexa do que isso, a tal ponto que até agora (semanas após finalização da leitura), nem sei ao certo o que a autora pretendeu dizer com essa história —  por sinal, diria que aí está o maior mérito da obra, que é do tipo cada leitor que pense o que quiser. Bom, só sei que gostei, e muito. Ah, e sim, a autora japonesa teve a proeza de me conduzir por corredores de lojas de conveniência inexplorados por mim. [*Uma ressalva: li a tradução para o inglês, feita por Ginny Takemori, cujos trechos traduzirei livremente aqui.]

Para começar, achei engraçado me deparar com um breve diálogo que oferece mais uma resposta àquela pergunta do Número 56:
"(...) estaremos abertos 24 horas, sete dias da semana, ano após ano. Por favor, venha e compre aqui à sua conveniência. 
"Uau, vocês abrem à noite também? E cedo pela manhã?"
"Sim", eu respondi.
"Mas que conveniente!"
Embora Keiko Furukura (a protagonista) confirme aquele meu prévio comentário sobre a normalidade opressora dessas lojas, a personagem igualmente me alerta que esse raciocínio é provavelmente mais intricado do que eu presumira. Veja, de fato a personagem me afirma que a loja de conveniência é um ambiente forçadamente normalizado no qual qualquer matéria estranha é eliminada ou imediatamente corrigida, mas simultaneamente ela assevera que só conseguia ser uma pessoa ordinária e normal enquanto trabalhava na loja — fora dali, Furukura me diz que é uma aberração inútil rejeitada pela sociedade. Ou seja, a menos que eu esteja doida (opa, como não?), o discurso da personagem deixa subentendido que lojas de conveniências nada mais são do que um microcosmo da sociedade, com uma diferença crucial: ali, há um manual; as regras são explícitas, claras e simples, fáceis de serem seguidas até mesmo por uma pessoa "esquisita" feito Furukura. A propósito, suponho que essas mesmas reflexões da protagonista também acabam propondo uma explicação à sensação de acolhimento e aconchego sentida pelo Número 56, um homem em situação de rua. Por tudo isso, acho que me flagrei numa situação à la "o ovo ou a galinha": foi a cena na loja de conveniência que me deixou deprimida ou eu já estava deprimida sem nem perceber? Esse salto nos meus desvarios fez sentido?
"O mundo normal não tem espaço para exceções e sempre elimina calmamente os objetos estranhos. Então é por isso que preciso ser curada. A menos que eu me cure, as pessoas normais me expurgarão. 
(...)
Quando abro a porta, a caixa vivamente iluminada me espera—um mundo confiável, normal, que segue girando. Eu tenho fé no mundo dentro da caixa preenchida de luz."
Prosseguindo com o exercício de honestidade, reconheço que a carapuça do preconceito com a qual a narrativa veste a personagem Shiraha (e vários funcionários da loja, curiosamente) possa me servir. Tal qual Shiraha, é plausível que minha aversão àquela cena de Loucos um pelo outro decorra da habitual associação de lojas de conveniência a pessoas fracassadas, os tais objetos estranhos citados por Keiko e rejeitados pela sociedade. Inclusive, uma aversão intensificada pela plena ciência de que eu própria engrosso a massa de losers do mundo. Quer dizer, trata-se realmente do spoiler que dei no início do post: a experiência do estranho familiar.

Por fim, é mandatório inserir o miojo nesses desvarios, pois ele é peça chave do pathos da cena coreana. Bem, Keiko Furukura compartilha que a conexão dela com a loja de conveniência era tamanha, que todas suas refeições consistiam em comidas lá vendidas, razão porque ela acreditava que seu corpo, uma vez constituído pela comida da loja, a tornava parte integrante da loja de conveniência tanto quanto a máquina de café e as prateleiras de revistas. (*Tenso*) Posto isto; calculo então que Número 56 está certo ao defender que o cup noodles é o que torna conveniente a loja de conveniência; afinal o cup noodles é parte integrante da loja; em outras palavras, são indissociáveis. [*Certo; confesso: a garrafa de coca-cola é que representa, na realidade, minha piéce-de resistance na cena, visto que sou uma inveterada viciada na maldita bebida.] 

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Naquele artigo do Tate, Alain de Botton teoriza que restaurantes de beira de estrada, cafeterias noturnas, lobbies de hotéis — acrescentarei: e lojas de conveniência? — serviriam de espaços onde podemos diluir a sensação de isolamento e redescobrir um particular sentimento de comunidade — para Kieko Furukura, a loja funciona exatamente dessa maneira, por mais paradoxal que soe. Segundo o autor francês, seria mais fácil dar vazão à tristeza nesses ambientes desprovidos da sensação de lar — com suas luzes intensas e móveis estéreis —, os quais assumiriam a função de santuários àqueles que falharam em encontrar um lugar para si no mundo ordinário. É, talvez eu deva mesmo seguir o conselho do Número 56 e parar de comer meu miojo com coca-cola em casa.

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*O pior? Isto nem foi um #publipost.

[off-topic] And I draw a line to your heart today

Considerando-se (1) que reativei o blog e (2) que o estado deplorável do meu pescoço parece ter encerrado de vez meu impróspero futuro de artista; trarei pra cá alguns desenhos que fiz em 2022 (e umas velharias). Antes dos desenhos, porém, darei continuidade à proposta do post anterior, anotando alguns de meus encontros legais sobre o tema.
...

🎨 Ano passado assisti ao Os Amantes de Pont-Neuf (Leos Carax; 1991) e achei muito bonita a sequência e o paralelo estabelecido entre as cenas iniciais e finais, nas quais Michèle, personagem de Binoche, desenha um retrato do amante, interpretado por Denis Lavant. Colo aqui uma edição breve (há spoilers, é lógico), mas também vale ressaltar a tocante cena à noite no museu, na qual Michèle, com ajuda de uma vela e de um ombro amigo, observa um dos autorretratos de Rembrandt, possivelmente pela última vez (ela estava prestes a perder a visão). 



🎨 Já neste ano, finalmente vi A Caverna dos Sonhos Esquecidos (2010), do Herzog. Na sequência, aproveitei para ler um texto de Gilda de Mello e Souza — na verdade, a transcrição de uma palestra que ela proferira em 1954, na Sociedade de Psicologia de São Paulo — chamado O Desenho Primitivo, incluído no livro Exercícios de Leitura, publicado pela Editora 34. O tema é fascinante e, desse texto, escolho guardar aqui dois pontos:


(1) A ressalva feita por Gilda de Mello de que, nas sociedades primitivas, raramente encontramos um desenho que se encaixa na habitual definição de desenho — quer dizer, a arte do contorno — , pois quando a poesia ainda não se separou da música e esta continua apoiando-se na dança; quando são 'impuras' todas as manifestações artísticas, também ao desenho vemos associar-se uma série de elementos alheios ao contorno que, falando aos sentidos, anulam o caráter abstrato do traçado (...). Abracei demais essa ideia de manifestação artística impura (é contorno, é poesia, é música, é dança, é instrumento de magia religiosa... é tudo!), o que explica muito aquilo que sentimos ao contemplar as imagens dos desenhos no documentário de Herzog.

(2) Gilda de Mello faz questão de pontuar a distância entre o desenho primitivo e o desenho infantil (dado que percepções rasas tendem a aproximá-los). Ao mesmo tempo, porém, ela aponta uma magnífica semelhança (grifo meu): 
"(...) uma finalidade utilitária, mágica ou intelectual. maneira de apreender o mundo e sobre ele agir, grafia da percepção, (...) visa sempre menos uma imagem que um saber, como diria Sartre. Onde o vocabulário é precário e a palavra ainda não se empenhou na descoberta do mundo, é através do contorno que o primitivo ou a criança apalpam a realidade, exploram o objeto, exploram o objeto, chegam à noção abstrata das coisas. (...) Assim o desenho estará preenchendo a sua verdadeira função, que é, segundo as belas palavras de Alain, "fixar o homem e parar o curso do tempo"."

 

🎨 Por falar em desenho infantil, anotarei um diálogo simples e surpreendente que encontrei no lindo livro Meu Nome é Asher Lev, de Chaim Potok; o qual li no fim do ano passado, na tentativa de continuar vivendo a narrativa do querido Akiva, personagem da série israelense Shitsel. (Esse livro provavelmente retornará noutros momentos ao blog — ou não.)


"Olhando para um dos meus desenhos, disse-me ele certa vez: — Asher, você não tem coisa melhor em que usar seu tempo? Seu avô não teria gostado de vê-lo esbanjar tanto tempo com tolice.
 
— Papai, mas isto é um desenho.
— Eu sei que é um desenho.
— Mas, papai, um desenho não é uma tolice.
Ele me olhou surpreso, sem dizer uma palavra. Naquela época eu tinha quase cinco anos de idade."
      — Chaim Potok, Meu Nome é Asher Lev
                  (Tradução: Attílio Cancian)



🎨 Fechando ciclicamente, volto aos retratos, fixando o vídeo em que Berger pinta um retrato de Tilda Swinton, o qual só vi recentemente — é trecho do documentário The Seasons in Quincy: Four Portraits of John Berger, o qual ainda não consegui assistir. Além da técnica mais fluida, adorei o anteparo de madeira (novidade pra mim) que Berger usa para fixar o papel — deve funcionar melhor que a fita crepe. E tão, tão bonita a mirada de Swinton para Berger...  — Não tem jeito, o olhar de um retratado para o pintor que o retrata é sempre uma imagem muito potente. Trata-se de um momento que mistura tantas coisas: vulnerabilidade, generosidade, curiosidade, intimidade, comunhão, erotismo, amor... Sempre me pega, razão porque precisei fixar aquele sequência do filme do Carax. 

Ah, e a participação especial do livro de Victor Serge? Se está no catálogo da NYRB e foi lido por Berger, eu boto fé; mandei pra fila (Título: Unforgiving Years). 

"We, who draw, do so not only to make something observed visible to others, but also to accompany something invisible to its incalculable destination."

                                                                                                                        

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Ok; alguns de meus desenhos ruins deste ano, que me deixam feliz. [E agora que meu pescoço pediu arrego, meu querido hobby resta encerrado, infelizmente. (..) Calma, sigamos com o tratamento, né? *suspiro*]:

[*referência do desenho: cena do filme Bande de Filles, de Céline Sciamma // aquarela.]


[referência do desenho: cena do filme La Grande Bellezza, de Paolo Sorrentino // aquarela]


[referência do desenho: foto publicada pela conta Ig @dzulfikri72; fotógrafo Dzulfikri // lápis de cor.]


[*referência do desenho: foto postada pela conta do Instagram @nomibis; Fabienne Nomibis // guache.]


[*referência do desenho: imagem compartilhada por Taemin (태민), com sua gatinha Kkoong (꿍) 🖤 // grafite + lápis de cor. /// poxa, o desenho original ficou tão mais bonitinho... não sei digitalizar grafite e lápis de cor; o scanner sempre deturpa demais a imagem.]


[*referência do desenho: ... 😬 foto meme da internet? não localizei o crédito específico da foto usada // aquarela + lápis de cor.]
[*referência do desenho: foto da Rihanna durante a gravidez, em 2022 // aquarela.]

[referência do desenho: fotos publicadas pela conta Instagram @2ah.in // aquarela.]


[*referência do desenho: foto de Maggie Cheung, por Wing Shya, para a revista i-D 2004 // guache.]


[referência do desenho: imagem do clipe para a música Vai Quebrando (Desce que Desce), do Heavy Baile; com a dançarina Celly IDD. // lápis de cor.]

...

Uns desenhos mais velhinhos, os quais trago de volta porque se perderam quando desativei o blog ano passado — e porque gosto muito deles:

[*referência do desenho: cena da série documental Tiny World - Apple TV // lápis de cor.]

[*referência do desenho: cena do filme Ratcatcher (1999), de Lynne Ramsay // aquarela.]

[*referência do desenho: puxa, perdi; mas era uma foto de senhoras no mar morto // aquarela.]

[*referência do desenho: foto da Malala no Graduation Day, 2020 // aquarela.] 

[*referência do desenho: Carreta Furacão! rs // aquarela.]