28/09/2015

Um, nenhum e cem mil - Luigi Pirandello


E não é que, às vezes, pode ser vantajoso conhecer de antemão as sinopses dos livros?  Explico: como já li no início desse ano "Acontecimentos na Irrealidade Imediata", do Max Blecher; acho que teria sido mais astucioso ter reservado a leitura de "Um, nenhum e cem mil" (tradução de Maurício Santana Dias) para outro momento, visto que ele também explora as noções de realidade e identidade. 

De qualquer modo, o prejuízo não foi grande, pois a prosa do Pirandello é completamente diferente daquela que encontrei na obra de Blecher. O estilo do italiano, nesse livro, é muito mais informal e coloquial, utilizando a voz de um narrador protagonista que dialoga diretamente, de forma muito instigante e prazerosa, com o leitor.

E considerando-se que, do meu parco arsenal de leituras, eu consegui estabelecer de forma imediata - quase em déjà vu - três diálogos literários bastante próximos; esse tema parece ser mesmo frequentemente explorado na Literatura:


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